Os filhos da noite, assim lhes chamo. Personagens impiedosas e ríspidas, Senhores e sábios de longa data. Dotados de poderes que se elevam ao sabor da mais notável substância ilegal, dito fruto proibido. Basta provar daquele pó de Vampiro (Vampire Dust). Desde Daggerfall que eles aparecem com uma sede igual a que nós temos de vinho. Nós humanos, simples almas que se querem salvar pela graça da cruz, como dizem alguns. Mas em Tamriel existem outros símbolos mais poderosos, tal como o gume da espada e a força do thum, se assim sempre nos quisemos revelar e abdicando do poder da noite.

E se desta vez procurarmos esse poder? Numa fortaleza desconhecida que, arrisco dizer, se encontra a norte de Skyrim (um dia pintarei a vermelho este artigo se me engano). Em Terras gélidas, como gostam os Vampiros pelo seu alto nível de suportar essas temperaturas, por isso a minha tentativa modesta de adivinhar o seu local sombrio, capaz de se igualar aos mais perturbantes altares daédricos que transformam não apenas a face para algo pálido e doentio (“You look pretty Sick!”), nem nos resta o mesmo corpo para vaguear pelo Mundo dos Nórdicos. É antes algo que me faz lembrar Marcus Corvinus de Underworld, dotado de voo, força impressionante e feio com tudo!

Blood and Gore (Cabeça fora), Intense Violence (Cabeça fora), Sexual Themes (Hum. Cabeça fora), Use of Alcohol (Skooma?). Fica o alerta: Dawnguard não é para meninos!