Eu gosto de vários tipos de jogos. Aliás, não devem haver muitos géneros que não me divirta a jogar, mas é sabido que os meus tipos de eleição são os MOBAs  (também chamados de ARTS, também chamados de Dota2, League of Legends e o resto) seguidos de jogos de estratégia.

Então se juntássemos um pouco de Moba, com estratégia, num gostinho de outro género que eu gosto, Tower Defense?

E se, transformássemos toda essa combinação num jogo competitivo? Assim no estilo 1 contra 1, a um preço extremamente acessível, o chamado do GRÁTIS?

Coregrounds

Coregrounds é um jogo similar a vários mods do Warcraft 3, e do agora já também veterano dos mods: Dota 2, um Tower Defense onde também temos que arregaçar as mangas e passar para o Tower Offense.

Em Coregrounds, os adversários não vêm em waves pré-estabelecidas, são enviados pelo oponente, e a nossa condição de vitória não é apenas sobreviver, temos que pôr a maquinaria a trabalhar e enviar as tropas para a linha da frente.

Apesar de contar com mecânicas bastante simples: construir paredes, enviar unidades, utilizar o ocasional poder ou pôr a produção de certa unidade ou torre em pausa para um rápido upgrade, Coregrounds executa bastante bem a premissa de “Fácil de aprender mas difícil de dominar”, pois existe todo um leque de estratégia que antecede o jogo em si, na fase de Draft.

No início do jogo, cada jogador pode banir uma unidade e um poder, impedindo qualquer um de o utilizar, depois disso, os dois jogadores trocam turnos a escolher que unidades farão parte do seu espólio para esta partida, (como o jogo é grátis, a monetização vem do desbloqueio permanente de unidades, existem várias grátis todos os dias que vão rodando, mas se gostarmos de uma e a quisermos ter todo santo dia, podemos desbloquear com currency do jogo, ou pagar os chamados Euros).

Se forem fãs do género, percam 5 minutos a experimentar e ver se gostam, é como o tuga gosta : Grátis.

TCHECO IN THE CASTLE OF LUCIO

Outro jogo decente que possui um trailer inesperadamente creepy, chegou-me às mãos esta semana, (apesar de já estar lançado desde 2015, mas recebido updates constantes), são as aventuras de alguém que apesar de parecer não vem da Checoslováquia:

Tcheco é um pequeno aventureiro que se deixa ser controlado pelo jogador que espera ficar frustrado por ter que começar o jogo de novo sempre que perde, mas contente porque perdeu mais longe que da vez anterior.

Pelo que apurei (pois eu perdia sempre por volta do 30), são mais de 60 níveis de plataformas retro, não muito difíceis em geral, mas extremamente complicados se tivermos que passar uma montanha de níveis antes deles.

Penso que entre 5 e 30 segundos passámos a maior parte dos níveis, quer seja saltando, nadando ou distribuindo classe em cima do nosso skate, a música é engraçada e o level design deixou-me satisfeito, terei que jogar mais algumas vezes a ver se consigo chegar mais longe.

A arte também foi bem trabalhada, para tantos e tão curtos níveis, temos vários estilos de arte bastante distintos. Além do mais custa 99 cêntimos, o que apesar de ser infinitas vezes mais do que o Coregrounds em cima, também é uma pechincha.