Caça ao Indie

Análise, Caça ao Indie

Dead Ground, terreno fértil para amantes de tower defense. Só.

A coisa funciona bem em Banner Saga. Não tão bem aqui em Dead Ground. Primeiro porque não há toda a envolvente de história que não só embeleza como é o cerne da vida de Banner Saga.

Análise, Observador

Bayonetta: aos pares é mais barato

Bayonetta 1 e 2 foram relançados na sexta-feira na Nintendo Switch, trazendo para a híbrida da Nintendo um dos mais espetaculares exemplos de como o kitsch pode ser tão divertido.

Análise

Nantucket: um grande jogo navega marés silenciosas

Nantucket está interligado ao clássico literário Moby Dick, e soube transformar-se num dos melhores jogos deste início de ano.

Análise

Kings and Heroes – Bugs and Boredom?

Mais uma boa tentativa para criar um RPG inovador, mas mais um novo falhanço nessa mesma tentativa.

Análise, Observador

EA Sports UFC 3: vale tudo menos tirar pixeis

EA SPORTS UFC 3 é uma das grandes surpresas deste início de ano.

Análise

Lost Sphear: a auto-homenagem da Square. E pouco mais

Mas em que é que falha Lost Sphear, onde por exemplo Bravely Default não falhou?

Análise, Observador

Dragon Quest Builders: Minecraft, mas com um objectivo

Dragon Quest Builders une, literalmente, o melhor de dois mundos, criando o nosso jogo favorito do género.

Análise

Railway Empire – Tchoo Tchoo

Railway Empire foi anunciado como o grande novo “Tycoon” de comboios, em vez de um Mag-Lev, calhou uma locomotiva de passeio.

Análise, Pais-Galinha

Figment: a dor também pode ser contada às crianças através do sorrir

Figment relembra muitas ideias de Inside Out, e mostra-nos como um videojogo com estético de livro infantil pode ajudar a falar de medo e dor às crianças.

Análise, Observador

Quatro anos depois, Strikers Edge é uma lança portuguesa no mundo

O nosso último destaque da semana no Observador é o jogo português mais aguardado dos últimos anos, Strikers Edge.