Opinião

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My Lovely Daughter: até o livro tem amnésia

My Lovely Daughter é um point and click de gestão de tempo e recursos bastante focado na repetição.

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O quotidiano como jogabilidade e ferramenta narrativa

Os jogos servem para escapar ao quotidiano, mas há títulos que nos fazem seguir também as rotinas dos seus mundos. E isso não é tão mau como soa.

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Warhammer: Vermintide II – um portão de entrada para um universo maior

Warhammer: Vermintide II é tipo cerveja, sabe bem, é refrescante, e é uma boa entrada para um mundo de “bebidas” mais pesadas

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Sobre a natureza humana nos jogos e não só.

Ser troll fará parte da natureza humana?

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Ready Player One: Editado para Realismo

Apesar de gostar do mundo digital de Ready Player One, parece que Ernest Cline não voltou a pegar num jogo desde os anos 80, e não conhece o mundo online.

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World of Warriors para PlayStation 4 mobile

Do mercado mobile em F2P para a PS4 a 29,99€. World of Warriors tem alguns bons argumentos para o entretenimento doméstico, mas traz muitos pecados na bagagem.

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A violência nos videojogos e porque precisa existir

Que a discussão acerca da violência nos videojogos é uma fachada já todos sabemos. Mas porque é um elemento tão prevalente?

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Como a Nintendo está a tornar os miúdos mais criativos

A recém-criada revista MAGG quis perceber afinal o que distingue a Nintendo dos seus concorrentes e colocou-nos algumas questões para o explicar.

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O sonho molhado das editoras e a “MMOficação”

A face dos videojogos está a mudar, seguindo novos modelos de negócios. Se tudo correr como as editoras planeiam, onde vai acabar?

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Darwinismo ou ganância?

Depois do sucesso inesperado de Fortnite, a Epic Games guardou Paragon e Unreal Tournament na gaveta.