Demon Tides: Boa tarde, 1998, como estás?

Demon Tides: Boa tarde, 1998, como estás?

Caça ao Indie

Há quase 30 anos a PlayStation entrava-me pela casa adentro, encostando-se à Sega Saturn que o meu primo me ofereceu, e que me permitiu, pela primeira vez na minha então curta vida, em termos de consolas domésticas, estar…

O Albergue dos Silêncios #82

O Albergue dos Silêncios

Três propostas de jogos onde se trabalha sob pressão, decide-se no limite e falha-se com consequências.

Cursed Blood: apenas mais um respingo de sangue no casaco?

Caça ao Indie

Nunca foi tão difícil evidenciar-se em que área for, como nos dias de hoje. E digo-o apoiado na ideia de que a democratização dos meios de produção e distribuição permitiu, de forma quase sem barreiras nem fronteiras, que…

Nova Antarctica: sobreviver na solidão da tundra e dos muitos menus

Caça ao Indie

Não sendo um elemento obrigatório – até porque muitos jogos, de forma legítima, se querem focar exclusivamente na componente mecânica e lúdica – é impossível não definir os videojogos como uma expressão artística predominantemente narrativa.  Nova Antarctica, um…

Collector’s Cove: vou apanhá-los a todos… num barco

Caça ao Indie

Para quem ouviu os nossos comentários aos anúncios de Verão dos Jogos de 2025 no podcast Split-Chicken, deve certamente lembrar-se de que um cozy game muito específico, onde viajamos e vivemos num barco às costas de um Plesiosaurus…

Ys X: Proud Nordics, o décima passo num caminho de quase quatro décadas

Opinião

Se ainda ontem falava da longevidade da série que abriu caminho para os RPGs nipónicos, especificamente os JRPGs, acho curioso como outra das séries japonesas mais longevas, mas substancialmente menos conhecidas, tenha um jogo a chegar ao mercado…

O Albergue dos Silêncios #80

O Albergue dos Silêncios

Três propostas que trazem jogabilidade, narrativa e exploração quando se entrelaçam.

Resident Evil Requiem: dois lados do mesmo terror

Opinião

Depois de dois excelentes novos títulos que deram um novo fôlego, não só à série como à Capcom, reintroduzindo o estúdio japonês como um dos mais capazes e ricos a nível de franquias e produções e ainda dois…

Dragon Quest VII Reimagined: nos 40 anos da série, quem recebe a prenda somos nós

Opinião

Há quem diga que não se deve voltar a locais onde se foi feliz, mas eu discordo. Para além de conhecer coisas novas, eu adoro ficar na minha zona de conforto, o que habitualmente significa rever séries que…