“Está finalmente disponível uma das maiores surpresas deste ano, The Border Lands. Um jogo de tiros com acção imparável e uma banda sonora espectacular 16-Bits! Hordas de inimigos irão tentar fazer picadinho dos nossos quatro heróis, acompanhados de ClapTrap, um robô muito louco.

Mas calmex! Eles não vão estar sozinhos. Para lutar contra as forças do mal teremos à nossa disposição mais de 10 armas! Para ai umas onze ou doze.

O jogo é enorme, cabendo em nada mais, nada menos que cinco disquetes. Mas se por acaso a vossa drive estiver avariada ou ainda não tiverem um Amiga, sempre podem jogar gratuitamente aqui. Não façam é cópias pirata, porque isso não é nada fixe.”

Rubber Pullet Games, 1989.

 

 

Estranhos tempos em que vivemos quando se fazem jogos para promover jogos. As voltas que isto dá. Em todo o caso ganhamos sempre nós, que temos uma quantidade absurda de jogo à nossa disposição, muito mais do que alguma vez sonhamos. E ainda bem que o estilo Retro está na moda, e esperamos que mais companhias sigam o exemplo da Gearbox Software e disponibilizem versões oldschool dos seus jogos.

Criam um brilhozinho nos olhos dos jogadores mais antigos e dão à rapaziada mais nova razões para acolher melhor os jogos mais recentes. Vale a pena olhar para trás e percebermos todos, que os jogos actuais não são assim tão maus quanto isso. Tenho apenas uma crítica a fazer em relação a este “demake” de Borderlands 2, na sua tentativa de capturar os finais de 80.

É demasiado fácil.

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