Há dias andei num périplo pelo algoritmo do YouTube enquanto ele ia passando sketches clássicos dos Gato Fedorento. E pelo meio lá passou a do célebre vendedor de fruta que não estava a vender KONAMI, mas parecia. Pelo menos sempre quis acreditar que o pessoal dos videojogos, como eu, não consegue não ouvir essa marca pela boca do Ricardo Araújo Pereira.

Em miúdo, ver o logótipo da KONAMI a surgir antes do ecrã de título de um jogo, era logo símbolo de qualidade e de muito desafio. Já tantas vezes falei da minha proximidade com o Contra original, e quando alguém me fala de Castlevania, isso leva-me automaticamente numa viagem pelo tempo. Quando alguém fala em Metal Gear eu armo-me em pedante (ainda mais) e digo que joguei os originais de NES antes de serem fixes.

Com o anúncio de hoje, o GOG escancarou as portas à histórica empresa japonesa, e fê-lo logo com chave de ouro. O GOG ajudou a trazer para os computadores actuais o primeiro Metal Gear, assim como Metal Gear Solid e Metal Gear Solid 2: Substance, a versão expandida de Sons of Liberty.

Para além disso e para gáudio de malta mais velhinha como nós (ainda acredito nas análises demográficas que vos põem, fiéis leitores, na sua grande maioria na casa dos 30+), o GOG aproveitou para comemorar este entrada com o lançamento de Konami Collector’s: Castlevania & Contra, que inclui Castlevania, Castlevania II: Simon’s Quest, Castlevania III: Dracula’s Curse, Contra, e Super C.