Category - Análise

Josh Journey: Darkness Totems é bom, mas podia ser fenomenal

Análise, Caça ao Indie

Um beat’em’up que segue o design dos clássicos quando podia inovar ou até remover algumas repetição de processos. É bom jogo que podia ser muito mais do que isso.

O mundo encantado (e encantador) de Hogwarts Legacy

Análise

Este é já o primeiro grande candidato a jogo do ano. E agora que venha daí conteúdos adicionais, tais como os torneios de Quidditch. 

Forspoken: ano que abre em tom de desilusão

Análise

Um título que até tinha potencial, com um sistema de combate divertido, mal empregado numa aventura de mundo aberto pobre em atividades.

Eu, a TI-83 e os jogos baseados em texto feat Warsim: The Realm of Aslona

Análise, Caça ao Indie

Eu ainda sou do tempo… apeteceu-me começar assim, mas os jogos baseados em texto sempre tiveram a sua comunidade de fãs, eu é que não sabia que era tão viva.

Dead Space: o regresso a Ishimura

Análise

Não sendo um fã de remake ou remasters de jogos, preferindo deixá-los guardados na memória, este regresso a Dead Space foi uma agradável experiência.

One Piece Odyssey: uma aventura só para fãs

Análise

Há algo óbvio que sentimos com Odyssey: é que foi feito dirigido exclusivamente para fãs de One Piece.

A nona geração de Pokémon é a pior de sempre

Análise

Um jogo que podia ter melhorado o que Sword/Shield fez, em vez disso piorou e muito.

The Last Of Us é o prazer de um mundo com alguns de nós

Análise, Crítica

A análise do André Santos aos três primeiros episódios de uma das séries mais esperadas do ano.

Papetura, um papel plastificado de ingenuidade

Análise, Caça ao Indie, Opinião

Um jogo indie que podia ser muito mais do que aquilo que é. Sente-se que há a falta de uma boa narrativa e de mecânicas afinadas.

Grid Force – Mask of the Goddess: ‘Megamanas’ sambando na grelha das inimigas

Análise, Caça ao Indie

Se o finalista do Indie X 2022, ou qualquer outro media, utilizar o termo Megamanas daqui para a frente, vou pedir royalties e com razão.