As missões introdutorias são o normal clichê que vemos em rpgs há décadas, uma vila é ameaçada por forças hostis sobrenaturais e nós aceitamos a missão, seja limpar uma mina de zombies ou entrar numa ruína e capturar um artefacto sendo necessário resolver alguns puzzles para atingir o objetivo.
Pobre quando vê esmola a mais desconfia. Usualmente as expressões populares têm uma razão de ser, e esta deixou-me desconfiado.
Há um fundo adorável e original em Ritual of Raven que espero que esteja a funcionar bem quando o jogo for lançado.
Hordes of Hunger entra com o pé direito no mundo tantas vezes hediondo do Acesso Antecipado.
Estando o jogo em Early Access, não é de surpreender que a experiência ainda se encontre relativamente simples, com a ausência de couch co-op a ser a mais notada.
O conceito de The Rogue Prince of Persia parece tão bom que me pergunto porque nunca tinha sido feito, mas será que está assim tão bem feito?
Into the Emberlands mergulha-nos numa experiência relaxante, que tem um desafio e uma tensão ligeiramente superiores ao que outros cozy games no trazem.
SCHiM é um jogo que ficará para sempre na nossa memória dada a sua combinação única de monocromatismo e uma mecânica simples.
Demon’s Mirror é uma brilhante fusão de deckbuilding, match-3 e roguelike, misturados com um mundo e personagens excêntricos.
No Rest for the Wicked é um jogo ambicioso e visualmente impressionante que se afasta corajosamente das raízes dos Moon Studios.