Quando temos um ano com muitos e bons jogos, há alguns que mesmo que não o mereçam, acabam por passar algo despercebidos.
Tenho alguma pena que KONOSUBA seja tão direccionado para quem conhece a série e ostracize os restantes.
Embora seja um jogo divertido e inteligente, The Order of the Snake Scale está muito no passado, e há modernizações que já custam a deixar.
Há obras que involuntária e invariavelmente irão destruir de alguma forma o olhar como receberemos outras que lhes procedem. É impossível não traçar diversos paralelismos entre Rise of the Rōnin, da Team Ninja, o mais recente exclusivo da…
Estava a divertir-me tanto que não posso deixar de ficar com a ideia que Mario vs. Donkey Kong fica na cova de um dente.
Lords of Exile é uma agradável surpresa nostálgica, com tanta qualidade que mesmo acabado de lançar, temos já a certeza que sucederá no teste do tempo.
Tekken 8 assume-se como o auge de toda a série e como o padrão dos jogos de luta verdadeiramente tridimensionais.
Spirit of the North deve ter um significado profundo, mas foi profundo demais para o conseguir perceber.
Há muito que esta produção tem vindo a estar rodeada de polémicas e a razão é o modelo Game as a Service.
Apesar de parecer copiar um batalhão de jogos, Palworld apresenta-se como um produto muito original.