Crítica

Análise

My Friend Pedro: I like to shoot, shoot, shoot Shotguns with Bananas

My Friend Pedro é como qualquer banana, parecia madura mas está verde numas partes e pisada noutras. Mesmo assim, come-se.

Antevisão

Freedom Finger: um manguito no espaço sideral

Já joguei dezenas (centenas?) de shoot’em ups, mas acho que nunca joguei a nenhum que seja realmente tão diferente quanto Freedom Finger.

Análise

Draugen: a balada ensurdecedora da solidão

Para muitos, Draugen é aquilo que com um tom derrogativo apelidam de walking simulator, mas que Tørnquist identifica como um fjord noir.

Análise

Team Sonic Racing: é possível mungir um ouriço?

Team Sonic Racing é interessante, mas sem uma equipa completa de humanos minimamente decentes numa pista de kart virtual, acaba por ser uma aposta quase exclusivamente indicada para os fãs do ouriço.

Análise

Total War: Three Kingdoms, a partir de um épico criar outro

Total War: Three Kingdoms arriscou em alternar a sua vivência clássica, aqui materializado com o modo Records, quasi-histórico, com uma vertente diferente, fantasiosa, na qual os generais são super-unidades que alteram a corrente da batalha. E ainda bem.

Análise

RDR 2 Online: o Oeste Selvagem, mais civilizado

Prontos para cavalgar no oeste multiplayer de Red Dead Redemption 2 Online?

Análise

Blood & Truth: o mundo pelos olhos de Guy Ritchie

Com Blood & Truth, o PSVR recebe no mesmo mês o segundo de um conjunto de exclusivos obrigatórios para VR.

Antevisão

Vambrace: Cold Soul: onde o Inverno chegou mesmo

Vambrace: Cold Soul um RPG Roguelike que relembra Darkest Dungeon cheio de clichés que acaba por ser original.

Análise, Crítica

Octopath Traveler: oito aventuras para quem as sabe apreciar

Octopath Traveler é um jogo onde um vasto conjunto de elementos simples e já bastante vistos se compõe numa tela coerente cheia de subtilezas intencionalmente plantadas para que de uma forma natural o jogador se aperceba das suas relações.

Análise

Generation Zero: coisas estranhas, coisas fracas

O grande crime de Generation Zero é que o seu ponto mais apelativo, o visual, rapidamente se esfuma e nos faz ver o que está por trás: um jogo repetitivo com um loop curtíssimo que envolve pouco mais que destruir robots.