Author - Ricardo Correia

​Starless Abyss: lá em cima há Deuses Antigos sem fim, e há estrelas

Caça ao Indie

Há pouco tempo li um conto de Lovecraft, aquele que muitos diziam ser dos mais aterradores, mas de forma subtil. The Colour Out of Space, uma história de 1927 que foi há poucos anos adaptada ao cinema num…

Lies of P: como eu deixei de me preocupar e passei a amar a frustração 

Opinião

É surpreendente a forma como Lies of P repensa e reimagina o mundo criado por Carlo Collodi e o traz para um ambiente mais negro.

Between Two Castles of Mad King Ludwig: Secrets & Soirees – o tijolo que completa um castelo

Board Games & Chicken Wings

Secrets & Soirees é obrigatório para os fãs de Between Two Castles of Mad King Ludwig, e diria que mesmo quem está interessado em comprar o jogo base deve adquirir desde logo a expansão.

Mother Machine: esporos de cooperação

Caça ao Indie

Mother Machine é uma proposta curiosa para os co-op platformers com a sua camada roguelike.

Dagger Froggy é um osso enganadoramente duro de roer

Caça ao Indie

Dagger Froggy foi para mim uma das grandes surpresas aos bullet heaven, com a sua combinação de jogabilidade simples e desafio extremamente elevado.

Pancada de Meia-Noite I: Phantom Breaker: Battle Grounds Ultimate 

Gomu Gomu no Chicken

Phantom Breaker: Battle Grounds Ultimate é um bom brawler que qualquer fã de button-mashing e pancadaria injustificada aprecia.

Old Skies: pintar de novo os céus de um género antigo

Caça ao Indie

Old Skies é mais um excelente contributo para as aventuras-gráficas de Dave Gilbert e da Wadjet Eye Games.

KARMA: The Dark World e os crimes dos pensamento

Caça ao Indie

Um jogo que desafia as convenções e linearidades narrativas e estéticas, e que nos leva numa viagem psicológica profunda, repleta de simbolismo.

Spilled!: navegar por um mar poluído, mas claro de significado

Caça ao Indie

Spilled! é um exemplo de como um jogo pode ser ao mesmo tempo, simples e significativo.

Metal Bringer: querida, mudei o mecha

Caça ao Indie

Metal Bringer é um dos mais frenéticos roguelikes em pixel art que já joguei, onde a customização total e constante dos mechas torna cada run completamente distinta da anterior.