Author - Óscar Morgado

Agent Klutz: De Portugal, com Humor

Caça ao Indie

Nesta era dos jogos de 50 ou mais horas, os 3,99 euros de Agent Klutz não são mais do que pagaria para uma hora num qualquer Sky Bar se não estivéssemos em 2020.

Podes ficar com as jóias, o carro e a casa, mas não fiques com o IP

Ataque dos Clones

O que é que acontece quando um developer não é dono da propriedade intelectual que criou para uma franquia de videojogos? Arrisca-se a ver o seu bebé retirado das suas mãos ou a não ter grande palavra a…

Experimentámos o DualSense da PS5 e queremos que a indústria o experimente

Eventos, Opinião

Não vão ler aqui se o comando da PS5 é bonito ou feio. É nesses termos vulgares que falam da vossa cara metade às pessoas? Não é, pois não? O que importa é o que se sente. Adiante.…

Vestaria Saga I: Fire Emblem amador pelas mãos de seu mestre

Análise

É o resultado da visão de um génio – ainda que obstinado – não condicionado por imposições de estúdios ou editoras, mas também sem os recursos de nenhuma.

#Funtime: uma trip pelo arco-íris do espaço

Caça ao Indie

Nunca dei nos ácidos. Todo o meu imaginário alucinogénico, contudo, envolve caos, cores e o espaço sideral. É o melhor resumo que me ocorre sobre #Funtime.

Chair F*cking Simulator – sim, leram bem

Caça ao Indie

Admito que quiçá não esteja a fazer uma crítica justa a um jogo que simula sexo com cadeiras sem eu próprio o tentar, mas permitam-me que continue sem saber o que isso é.

A minha prateleira parece um Sábado de manhã em 2000

Opinião

Não sei o que vocês faziam com as vossas prateleiras aos Sábados de manhã em 2000. Eu cá divertia-me imenso. Vinte anos depois, apercebi-me que a minha colecção de jogos tem muito desse meu imaginário infantil. Da imagem…

Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist: Link Evolution – parece tabaco!

Crítica, Opinião

Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist: Link Evolution é um jogo que não complica onde não precisa e não se faz passar pelo que não é.

Hidemaro Fujibayashi ou Como Ganhar a Vida a ser um Coelhinho da Páscoa

Momento Zen

Terminei há dias a cruz de chegar a 100% de Breath of the Wild e descobri que alguém teve o emprego mais sádico da história dos videojogos. Caso não estejam a par, completar a história de BOTW dá-vos…

EMBR: está na hora de se encontrar com o seu bombeiro à porta!

Caça ao Indie

Passadas poucas horas até o ar pateta de EMBR me apanhou na curva com o seu DNA também implacável nos poucos mapas que ainda tem.