Tag - aventura gráfica

Cloud Cats’ Land: quando a arte não perdoa a confusão

Caça ao Indie

Bons jogos point ‘n click têm dois factores para o seu sucesso: por um lado a qualidade de escrita, por outro, a qualidade dos seus puzzles. Muita gente dirá que um terceiro factor, a qualidade da arte, entra…

Amerzone – The Explorer’s Legacy: uma revisita à memória de Sokal

Caça ao Indie

Amerzone – The Explorer’s Legacy prova que é possível “restaurar” videojogos de determinados períodos para que eles ganhem outra dimensão apoiados pelos actuais avanços técnicos.

Old Skies: pintar de novo os céus de um género antigo

Caça ao Indie

Old Skies é mais um excelente contributo para as aventuras-gráficas de Dave Gilbert e da Wadjet Eye Games.

Rauniot: primeiro estranha-se, e depois continua a estranhar-se

Caça ao Indie

Rauniot acerta quase na perfeição no ambiente, mas falha nos elementos de aventura gráfica, ao enfadar-nos com os FMVs desnecessários e aborrecidos.  

Perguntem-me sobre Return to Monkey Island

Opinião

Return to Monkey Island é brilhante e mostra a muitos criadores e empresas o verdadeiro significado de pegar numa série tão amada por milhares de pessoas.

Aponta, clica, tenta, resolve, sucede

Caça ao Indie

O mercado indie continua a ser solo fértil para aventuras gráficas. Os 2 indies desta semana mostram essa realidade.

O bom, o mau e o vilão

Caça ao Indie

Sigam-nos numa viagem estranha que começa bem e que termina pior, com 3 indies bem distintos.

Tohu: bem-vindos a Fishworld Not-Noir

Caça ao Indie

Tohu é um daqueles casos de um jogo que nos conquista por ser artisticamente deslumbrante, e que consegue manter-nos investidos com os seus puzzles.

O futuro chegou: hoje é finalmente o dia de Blade Runner

Opinião

Um dos temas mais ancestrais que a humanidade tem abordado é o sentido da vida e a nossa própria consciência. Relacionados com isso esteve sempre associado a qualidade de vida, ideais, morais e sentimentos.

UMA “DES”AVENTURA GRÁFICA ESQUECIDA DE JORGE LUIS BORGES

Opinião

A nostalgia nem sempre se traduz num gosto por algo bom ou muito bom, neste caso é o perfeito exemplo como a nossa ingenuidade nos pode dar este tipo de experiências que nos foram agradáveis no seu tempo.