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Caça ao Indie

Salvé esports da bizarria

Já pesquisaram os desportos mais bizarros do mundo? E os esports?

Caça ao Indie

Só apetece mesmo é andar à chapada

Os 2 indies desta caçada falam de andar à chapada, de forma virtual. Seja com personagens femininas ao estilo anime ou caranguejos. Vale tudo.

Caça ao Indie

El Santo e a sombra de Drácula contra a Lua

Dois jogos na caçada mais noturna de sempre. Ou talvez seja só uma caçada normal.

Caça ao Indie

Há sempre tempo para mais um salto

Culpem o Super Mario Bros. da total ubiquidade dos jogos de plataformas no mercado.

Análise

Hyper Light Drifter: sozinho na introspecção

O imaginário do jogador é uma arma mais poderosa do que qualquer mestria ou perícia em escrita ou design e o jogo do qual vou falar hoje é, além de mecanicamente brilhante, um exemplo claro da utilização do mesmo.

A Hora do Meh

O som de ser adormecido pela Mehfalda Veiga

A música da Mehfalda Veiga, à semelhança destes 3 jogos que adornam esta “A Hora do Meh” não é má, mas também não é boa.

Caça ao Indie

#Funtime: uma trip pelo arco-íris do espaço

Nunca dei nos ácidos. Todo o meu imaginário alucinogénico, contudo, envolve caos, cores e o espaço sideral. É o melhor resumo que me ocorre sobre #Funtime.

Caça ao Indie

Cavaleiros, astronautas e ninjas. Só falta a Leopoldina

. A música que tantas vezes repetia nas publicidade falava de reis, princesas e anões. Com os 3 indies desta semana eu adiciono cavaleiros, astronautas e ninjas.

Caça ao Indie

Keen: One Girl Army – puzzles conhecidos com cara nova

Keen: One Girl Army é um jogo desafiante, baseado numa mecânica conhecida de puzzles, mas recheado de elementos originais.

Análise

Shantae and the Seven Sirens: mais do mesmo, mas bom

É um bom capítulo da série, ainda que a WayFoward não tenha arriscado muito na fórmula habitual.