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Caça ao Indie

Não sei jogar isto. Não mexam mais!

Bonefire Peaks aposta na simplicidade de mecânicas e processos para criar um dos mais complexos jogos de puzzles que joguei ultimamente.

Análise, Caça ao Indie

Song of Farca: um emocionante Ace Attorney Cyperpunk de seios desnudos

Se os visuais não seduzirem, o estúdio não tiver pedigree ou um site mainstream não fizer uma análise, dificilmente estas obras obtêm o alcance que merecem.

Caça ao Indie

Por aqui há mais Fantasia

Os três jogos indie de hoje – com “graus” diferentes de fantasia – são bons exemplos disso.

Análise, Caça ao Indie

A Luciana fez-me perceber Dreamscaper

Para mim Dreamscaper veio do nada e arrebatou-me por completo desde a primeira run. Não é o primeiro nem será o último, mas o que raio é Dreamscaper?

Caça ao Indie

Esperar ou não esperar, eis a questão de Audioclash

Acho que sem querer os developers de Audioclash criaram em vez de um jogo toda uma aplicação que é uma ferramenta anti procrastinação.

Caça ao Indie

Fica tudo em família

Os 3 indies desta semana são multiplayers locais (e não só) que nos fazem sentar no sofá ao lado da família para uma sessão divertida de jogo.

Análise, Caça ao Indie

Lost in Random: a sorte é um grilhão na luta de classes

Lost in Random é um daqueles geniais mundos que merecia uma vida para além do brilhantismo que alcançou nos videojogos.

Análise, Caça ao Indie

Press Barra de Espaço

Recompile começa bastante bem, o problema é que cedo temos efectivamente que jogar o jogo, e é aí que os problemas começam.

Caça ao Indie

Bilionários: medir genitais no espaço e jogar golf na Terra

Golf Club Wasteland: um jogo onde os bilionários se pisgaram da Terra e vêm cá apenas para jogar umas partidas de golf.

Caça ao Indie

Acção quase a preto e branco

Os dois indies de hoje são quase monocromáticos, mas sabem utilizar todo o espectro de saturação para seu proveito.