Metroid Prime 4 – Beyond era um dos jogos que mais queria jogar este ano, mas esse facto de forma isolada não lhe confere qualidade.
Tanto tempo se esperou por este jogo que a própria espera virou meme. Valeu a pena?
Quando pobre vê esmola a mais, desconfia. Esta expressão popular tem uma razão de ser.
Revenge of the Savage Planet é uma masterclass de como trazer os metroidvania para ambiente tridimensional de forma irrepreensível.
Blades of Fire irá ficar mais um dos meus guilty pleasures. Reconheço as suas falhas, mas gostei muito dele.
Gal Guardians: Servants of the Dark falha em perceber o que distingue um bom metroidvania de um festim de grind que nos leva constantemente a perder tempo.
Mandragora: Whispers of the Witch Tree poder-se-ia ter contentado em ser um bom metroidvania com um combate desafiante, mas quis seguir o caminho do grind e da monotonia.
Visualmente, Inayah – Life After Gods é brilhante, e menos do que isso não seria de esperar com os artistas que o produziram.
ReSetna é um bom metroidvania, que nos oferece uma experiência narrativa rica, com um sólido e criativo sistema de actualização da build da nossa personagem.
Algo que com o tempo vamos aprendendo é a não esperar que todos os jogos sejam cadidatos a melhor do ano e, por vezes, sabe bem alguma coisinha para limpar o palato de grandes aventuras.