pixel art

Análise, Ia-me Esquecendo

Yes, Your Grace não fez o clique que faltava à nossa relação

Yes, Your Grace não é tudo o que esperava, mas há muito para gostar neste jogo.

Análise, Caça ao Indie

Black Skylands venceu-me pelo cansaço

Black Skylands tem imensa coisa boa, mas o que definitivamente não tem de bom é o aborrecimento que nos obriga a passar até chegarmos a esse sumo.

Análise

Uma análise a Pecaminosa – A Pixel Noir Game, com jazz de fundo

Pecaminosa é um jogo repleto de boas ideias que nos deixou com fome para algo mais.

Caça ao Indie

Pecaminosa: a Pixel Noir Rant

Pecaminosa – A Pixel Noir Game é um jogo que segui durante imenso tempo, tendo esse tempo criado expectativas irrealistas sobre o que deveria esperar.

Antevisão, Caça ao Indie

Blade Assault: Dead Cells para o amanhã

Blade Assault, que ainda está em Early Access e nem se nota, é viciante como os melhores roguelites são.

Análise, Caça ao Indie

Narita Boy: mais do que um retro metroidvania em pixel art

Narita Boy começa lento e aborrecido, mas gradualmente torna-se num dos jogos do género que merece destaque.

Caça ao Indie

O elogio da pixel art

O que outrora foi uma limitação, é hoje uma expressão artística por si só.

Caça ao Indie

Dog Duty: a guerra é um trabalho de cão

Até pôr as mãos em Dog Duty não tinha a noção da profundidade mecânica que o jogo possuía.

A Hora do Meh

A Hora do Meh: já lá vão Trinta, cara… ças!

Quatro anos depois da primeira A Hora do Meh, a trigésima edição fecha o ano com 3 dos jogos mais meh deste final de 2019.

Análise

Sparklite: Zelda que também poderia ter sido

O que é que parece um The Legend of Zelda, mexe-se como um The Legend of Zelda, mas não é um The Legend of Zelda?