pixel art

Caça ao Indie

Análise: Monster Harvest

Monster Harves tenta misturar conceitos e criar um jogo maior que a soma das partes. Infelizmente, como acontece múltiplas vezes, não o consegue.

Análise, Caça ao Indie

Infestor: quando as slimes atacam

Infestor é um jogo simples, de pick up and play e de gastar uns euros na Store.

Antevisão, Caça ao Indie

Zelter: acesso “Abandonado”

A falta de objetivos e uma história pagam muito cedo a vontade de continuarmos a jogar por mais que uma hora ou duas.

Ia-me Esquecendo

Moonlighter ficou o meu part-time nocturno… fora o cabaré

Descobri com Moonlighter o quão divertido pode ser fazer sempre a mesma coisa… vezes sem conta… sem parar… e isso tornou a minha análise um momento de descontração.

Análise, Ia-me Esquecendo

Yes, Your Grace não fez o clique que faltava à nossa relação

Yes, Your Grace não é tudo o que esperava, mas há muito para gostar neste jogo.

Análise, Caça ao Indie

Black Skylands venceu-me pelo cansaço

Black Skylands tem imensa coisa boa, mas o que definitivamente não tem de bom é o aborrecimento que nos obriga a passar até chegarmos a esse sumo.

Análise

Uma análise a Pecaminosa – A Pixel Noir Game, com jazz de fundo

Pecaminosa é um jogo repleto de boas ideias que nos deixou com fome para algo mais.

Caça ao Indie

Pecaminosa: a Pixel Noir Rant

Pecaminosa – A Pixel Noir Game é um jogo que segui durante imenso tempo, tendo esse tempo criado expectativas irrealistas sobre o que deveria esperar.

Antevisão, Caça ao Indie

Blade Assault: Dead Cells para o amanhã

Blade Assault, que ainda está em Early Access e nem se nota, é viciante como os melhores roguelites são.

Análise, Caça ao Indie

Narita Boy: mais do que um retro metroidvania em pixel art

Narita Boy começa lento e aborrecido, mas gradualmente torna-se num dos jogos do género que merece destaque.