Point 'n click

Opinião

UMA “DES”AVENTURA GRÁFICA ESQUECIDA DE JORGE LUIS BORGES

A nostalgia nem sempre se traduz num gosto por algo bom ou muito bom, neste caso é o perfeito exemplo como a nossa ingenuidade nos pode dar este tipo de experiências que nos foram agradáveis no seu tempo.

Caça ao Indie

Guard Duty: é mesmo preciso repensar os jogos point ‘n click?

Já dizia o poeta “dêem-me mais aventuras-gráficas, que a vida é nada”. Quer dizer, o poeta falou em vinho, mas como eu consumo mais…

Análise

Trüberbrook: a excelência no set de um filme de animação

Trüberbrook é obrigatório para todos os fãs de point ‘n clicks e é indubitavelmente um dos melhores jogos deste início de ano.

Opinião

Iris.fall: um plié nas sombras

Iris.fall é uma verdadeira maravilha gótica.

Caça ao Indie

Indie Wars: o regresso dos Indies

Depois de 2 meses sem caçadas semanais de indies, a sub-rubrica regressa em toda a sua glória independente.

Caça ao Indie

Vocês apenas adoptaram a bizarria. Eu nasci e fui moldado por ela

Russian Subway Dogs, Evil Labs e TRAGO são 3 das ideias mais originais que jogámos este ano.

Opinião

Cheira a feijoada de bacalhau : O Assassino do Intercidades

Depois de me terem dado uma key do primeiro jogo com um waffle de banana, não hesitei em lançar-me à sequela com este novo Inspector Zé e Robot Palhaço em: O Assassino do Intercidades.

Opinião

Unforeseen Incidents: a actualidade de um point ‘n click retro

Unforeseen Incidents é dos poucos exemplos do género que sabe pegar na sua inspiração óbvia e ir tão, tão mais longe com ela.

Opinião

My Lovely Daughter: até o livro tem amnésia

My Lovely Daughter é um point and click de gestão de tempo e recursos bastante focado na repetição.