PS4

Análise

Far: Lone Sails – as velas soturnas da introspecção

Far: Lone Sails oferece uma bela mensagem sobre o companheirismo, e não entre duas personagens, mas entre um misterioso protagonista e a sua máquina a vapor.

Análise

Wolfenstein: Youngblood – Irmãs contra a irmandade nazi

Wolfenstein: Youngblood, a prole de Blazkowicz não chega ao nível do pai.

Análise

Blazing Chrome: abençoado mofo nostálgico

Blazing Chrome é uma excelente homenagem indie aos jogos clássicos da Capcom, Konami e Sega, que irá agradar aos jogadores old school que desejem um desafio da velha guarda.

Análise

Dragon Quest Builders 2: construir um dos jogos do ano, bloco após bloco

Dragon Quest Builders 2 é o Minecraft para quem não gosta de Minecraft e é o auge do que é possível fazer com o género.

Opinião

Fallout 76: é tarde demais?

A Bethesda cometeu muitos erros com o lançamento prematuro deste Fallout, mas depois desse lançamento falhado, a Bethesda levantou a cabeça, aceitou as críticas, percebeu o que queriam os jogadores, e começou um trabalho contínuo para ir ao encontro das expectativas dos seus fãs.

Análise

PixARK: menos que um cruzamento entre Minecraft e ARK

Ainda sinto que PixARK poderia ter muitos argumentos para ser um título interessante, no meio de tantas falhas gritantes.

Análise

Death’s Gambit: a Morte fica-nos tão bem

A inevitabilidade da morte pode ser simultaneamente a maior liberdade que podemos ter ou a nossa maior prisão.

Análise

Crash Team Racing Nitro-Fueled: corridas para duros de roer

Exactamente vinte anos depois da Naughty Dog ter surpreendido o mercado ao catapultar o seu Crash Bandicoot para as pistas de corridas, eis que a Beenox, Crash Team Racing Nitro-Fueled, o remake do famoso jogo que abriu a série de spinoffs de karts do Crash.

Análise

Bloodstained: Ritual of the Night – o regresso dos Igavanias

Bloodstained: Ritual of the Night causou-nos tão boa impressão que apresentamos uma segunda opinião ao jogo, desta feita pela mão do Rui Parreira.

Caça ao Indie

Brief Battles: o fim do mundo em cuecas

Nunca percebi esta expressão idiomática. Será que o autor (ou autora) original da expressão pensou na possibilidade de o fim do mundo ser algo tão inesperado que nos consiga apanhar de surpresa, apenas em roupa interior?