roguelite

Caça ao Indie

Ok, Boomer Shooter, leva lá a bicicleta

Bem sabemos que este revivalismo com retro FPS tem sido uma tónica, e é a dois desses exemplos que vamos dedicar este artigo.

Caça ao Indie

Undungeon complica o que é simples

Undungeon tem todos os ingredientes para ser um bom jogo. A expressão “menos é mais” tem um propósito, e por vezes mais gente devia pensar nele.

Análise, Caça ao Indie

Against the Storm: a análise ao meu improvável jogo do ano

O Indie X trouxe muitas surpresas. Impressionante como no meio de tanto jogo que desconhecia havia tanta coisa boa. Against the Storm é certamente uma dessas.

Análise, Caça ao Indie

A Luciana fez-me perceber Dreamscaper

Para mim Dreamscaper veio do nada e arrebatou-me por completo desde a primeira run. Não é o primeiro nem será o último, mas o que raio é Dreamscaper?

Ia-me Esquecendo

Hades e o pretensiosismo saloio

Hades era um jogo que me deixava desconfiado. Não percebia como um jogo daquele género podia ser material para jogo do ano. Bem, é mesmo?

Ia-me Esquecendo

Moonlighter ficou o meu part-time nocturno… fora o cabaré

Descobri com Moonlighter o quão divertido pode ser fazer sempre a mesma coisa… vezes sem conta… sem parar… e isso tornou a minha análise um momento de descontração.

Antevisão, Caça ao Indie

Blade Assault: Dead Cells para o amanhã

Blade Assault, que ainda está em Early Access e nem se nota, é viciante como os melhores roguelites são.

Caça ao Indie

Falando da influência da Housemarque

Os dois indies que trazemos hoje seguem esta tradição da Housemarque de incorporar schmups com elementos de outros jogos.

Análise, Caça ao Indie

A coroa dos roguelites: Crown Trick

Crown Trick é agora um dos meus roguelites favoritos, apenas pecando na história genérica e na falta de conteúdo proporcionada também por ela.

Antevisão

Atlas Rogue: ainda há géneros inéditos para serem roguelites?

Atlas Rogues: será este o cruzamento de Overwatch com tactical turn based startegy que não sabíamos que queríamos?