(eu sei que depois de lerem este título estão neste momento a traltear Pata-Pata-Pon, Pata-Pata-Pon, nas vossas cabeças. De nada!) Sinto que devemos regressar a sítios onde fomos felizes, sempre que possível. E devemos fazê-lo mesmo se esses…
Reparei agora que todos os artigos publicados hoje, e fruto de sessões de jogo das últimas duas semanas, têm a nostalgia como pano de fundo. Mas a forma como Eclipse Breaker, o novo jogo do developer Jorge Rodriguez…
Reparei que o criador tem o projecto de lançar 24 jogos em 24 meses. Este é o primeiro. Apesar de ter tudo para correr mal, é um bom começo.
É uma pena estarmos habituados ao freemium nos talemóveis, porque vale bem a pena jogarmos um belíssimo jogo sem lixo a aparecer a cada dois minutos.
É difícil sobressair no meio de tanto lançamento diário, por vezes as luzes brilhantes dão uma ajuda. O que é certo é que Nova Drift lá encontrou o seu caminho.
Os bullet heaven vieram para ficar, e bem que tenho de engolir as minhas palavras, pois não me farto deles, nem para lá caminho.
Dragon is Dead dá uma ligeira volta ao género roguelite, o que faz com que tenha mais replay value que o habitual.
Há alturas que nem é preciso o trailer para percebermos que um jogo vai ser bom, e foi isso que aconteceu com Deep Deep Deep Nightmare. Acho é que podia ser mais profundo.
Yasha: Legends of the Demon Blade é um roguelite acessível e visualmente cativante, destinado a quem procura acção fluida com um ambiente nipónico.
Já sonharam que são o Pinóquio e estão a ser perseguidos pelo Capuchinho Vermelho?