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Caça ao Indie

Astral Ascent: fuga do Hades, ou fuga do Céu

Astral Ascent é o melhor sucedâneo a aplacar a fome que muita gente deve ter por algum jogo com a mesma abordagem, rejogabilidade e desafio de Hades.

Caça ao Indie

Blast Brigade: o genial filho ilegítimo de Marco Rossi e Samus Aran

Podia rezar ao Nosso Senhor do Coisinho se ele me ouvisse, mas vou mesmo orar à padroeira dos metroidvanias se ela existir.

Caça ao Indie

Do Japão feudal (ou lá perto), com amor

Os 3 indies desta Caçada representam a cultura japonesa como a sua grande musa.

Caça ao Indie

Salvé mechas nas alturas

Os 2 indies desta semana têm robots gigantes como protagonistas.

Caça ao Indie

Desportos radicais no conforto do sofá

Valham-me os videojogos para poder, mesmo de forma virtual, correr alguns riscos. Os dois indies de hoje trazem formas muito.

Caça ao Indie

There is no Kill like Overkill

Os dois indies de hoje também levam tudo ao extremo, mas no caso destes, ainda bem.

Análise

Kirby and the Forgotten Lands: bola rosa estranha em terra estranha

Esta aventura de Kirby consegue agarrar-nos por muito tempo, desafiando a repetir os níveis para os completar a 100%.

Caça ao Indie

Cat Cafe Manager: dois miados e uma oportunidade perdida

Para mim, enquanto fã de management games, Cat Cafe Manager vai ficar na memória como uma tremenda oportunidade perdida.

Análise, Caça ao Indie

Kinduo não tem nada a ver com quizomba

Kinduo não é bom nem mau, muito pelo contrário. Com um público alvo aparentemente bastante curto, qual será o seu verdadeiro espaço?

Crítica

Young Souls: nova maneira de ver os velhos beat’em up

Young Souls foi feita para ser desafiante e divertido ao mesmo tempo, sem manias nem medalhas de “superior gamer”.