Phantom Breaker: Battle Grounds Ultimate é um bom brawler que qualquer fã de button-mashing e pancadaria injustificada aprecia.
Um clássico desafiante e sublime regressa com nova cara — mas acompanhado por um modo moderno que devia ter ficado em casa.
Esperava encontrar um dos melhores metroidvanias que alguma vez joguei, mas apenas encontrei um muito bom. Isto é que é queixar-me de barriga cheia.
Big Helmet Heroes é uma das melhores experiências beat ‘em up cooperativas que joguei em muito tempo.
A surpresa de Donkey Kong Country Returns HD não foi o jogo em si.
Junto-me a milhares (ou milhões) de jogadores cuja fome por metroidvanias parece não ser aplacada, ainda que acredito que a grande maioria está neste estado por ter descoberto o género por Hollow Knight, e não há problema algum…
The Phantom: representa uma fiel homenagem visual a um clássico da BD, ma por outro lado leva-nos a tempos idos de um género que se quer mais ágil.
De remaster em remaster até ao remaster final! Há alguma coisa que este acrescente?
Tenho sérias dificuldades em aconselhá-lo, mesmo àqueles que, como eu, procuram jogos com um loop relaxante similar.
The Oath in Felghana representa o que a série tem de melhor: uma história coesa num mundo memorável, e que pode abrir o apetite para conhecer toda a aventura de Adol.