Xbox Game Pass

Análise, Ia-me Esquecendo

Yes, Your Grace não fez o clique que faltava à nossa relação

Yes, Your Grace não é tudo o que esperava, mas há muito para gostar neste jogo.

Análise

Destroy All Humans! foi o remake que ninguém pediu

Embora me tenha divertido a jogar, em nenhum momento estive plenamente satisfeito com Destroy All Humans! e mais foram as vezes em que quis parar.

Análise

Outriders: não é preciso inventar nada para ser bem falado

A People Can Fly prova-nos com Outriders: não é preciso inventar nada para ser bem falado.

Análise, Caça ao Indie

Narita Boy: mais do que um retro metroidvania em pixel art

Narita Boy começa lento e aborrecido, mas gradualmente torna-se num dos jogos do género que merece destaque.

Análise

The Medium: uma história mediúnica e mediana

The Medium revela-se um jogo medíocre, sobretudo quando as expectativas gerais eram bastante elevadas.

Análise

The Medium: a ténue melancolia entre a vida e a morte

The Medium é sobretudo um conjunto tremendo de boas ideias e de utilização criativa dos dois mundos, mas que fica na linha média de duas dimensões distintas.

Análise

Nunca aprenderemos a dizer adeus a quem amamos

Termino o brilhante Spiritfarer com a mesma certeza que tive antes de o começar a jogar: nós nunca aprenderemos a aceitar a morte, apesar da sua inevitabilidade.

Caça ao Indie

Carrion: o monstro dentro de nós

Carrion foi uma das maiores surpresas do ano, vindo praticamente do nada, este jogo de horror reverso é refrescante, repleto de humor negro e tem uma jogabilidade muito divertida.

Análise

Battletoads: remake, reboot, sequela, whatever…

O remake de Battletoads é uma aventura tresloucada com personagens que parecem ter saído de um manicómio, resultando numa experiência diversificada e divertida.

Análise

Crusader Kings 3, ou como ser o rei dos Littlefingers

Conquistas e intrigas, tudo o que faz um reino sólido está aqui.