Xbox Game Pass

Análise, Caça ao Indie

Omno corta mais nas gorduras que um cirurgião estético

Omno foi um jogo que joguei por impulso, mas talvez tenha sido dos jogos que mais prazer me deu jogar e fazer a análise nos últimos tempos.

Caça ao Indie

Cris Tales e um passado promissor com um presente duvidoso

Cris Tales é anunciado como sendo uma carta de amor aos JRPGs clássicos e vem carregado de ideias muito interessantes. Como é que todas se conjugam?

Opinião

Genesis Noir: o universo é uma espiral na palma da nossa mão

Com pouquíssimas linhas de texto, Genesis Noir consegue contar uma das histórias conceptualmente mais ricas que vi nos últimos meses.

Análise, Ia-me Esquecendo

Yes, Your Grace não fez o clique que faltava à nossa relação

Yes, Your Grace não é tudo o que esperava, mas há muito para gostar neste jogo.

Análise

Destroy All Humans! foi o remake que ninguém pediu

Embora me tenha divertido a jogar, em nenhum momento estive plenamente satisfeito com Destroy All Humans! e mais foram as vezes em que quis parar.

Análise

Outriders: não é preciso inventar nada para ser bem falado

A People Can Fly prova-nos com Outriders: não é preciso inventar nada para ser bem falado.

Análise, Caça ao Indie

Narita Boy: mais do que um retro metroidvania em pixel art

Narita Boy começa lento e aborrecido, mas gradualmente torna-se num dos jogos do género que merece destaque.

Análise

The Medium: uma história mediúnica e mediana

The Medium revela-se um jogo medíocre, sobretudo quando as expectativas gerais eram bastante elevadas.

Análise

The Medium: a ténue melancolia entre a vida e a morte

The Medium é sobretudo um conjunto tremendo de boas ideias e de utilização criativa dos dois mundos, mas que fica na linha média de duas dimensões distintas.

Análise

Nunca aprenderemos a dizer adeus a quem amamos

Termino o brilhante Spiritfarer com a mesma certeza que tive antes de o começar a jogar: nós nunca aprenderemos a aceitar a morte, apesar da sua inevitabilidade.