Xbox One

Análise

Team Sonic Racing: é possível mungir um ouriço?

Team Sonic Racing é interessante, mas sem uma equipa completa de humanos minimamente decentes numa pista de kart virtual, acaba por ser uma aposta quase exclusivamente indicada para os fãs do ouriço.

Caça ao Indie

Há tanto espaço para bons indies desenhados à mão

Vejamos o caso dos indies, que com poucos recursos mediáticos têm de conseguir conquistar os seus públicos com o que têm à mão.

Análise

Rage 2: sem razão para fúria ou entusiasmo

Rage 2 foi anunciado numa E3 e caiu no esquecimento de muitos. Destino que lhe estará reservado depois do lançamento.

Análise

A Plague Tale: Innocence, a fragilidade e o medo de mãos dadas

Sejam os jogos de luzes e partículas, as brilhantes modelações e animações dos personagens, os detalhes e construção do cenário, cada momento de A Plague Tale: Innocence é uma verdadeira maravilha artística.

Análise

Um cocktail de coisas chamado Fade to Silence

“- Ó Zé, sabes o que é que os putos curtem jogar nos dias de hoje?”, pergunta alguém responsável pela criação de Fade to Silence, antes de fazer um pot-pourri de jogos.

Análise

World War Z: melhor que o filme, mas não tão bom quanto o livro

Sem o mesmo patamar mecânico de Left 4 Dead, World War Z é a sequela espiritual possível da série da Valve, trazendo-a para a modernidade, e uma das grandes surpresas do semestre.

Análise

Mortal Kombat 11: encerrar a sangue um arco dourado

Mortal Kombat 11 chegou há dias ás lojas e é o desfecho do arco narrativo começado com o reboot da série, e assume-se como mais um ponto alto de toda a série.

Caça ao Indie

Fazer a Kessel Run em 12 semanas e meia

Muita gente sonhou em ser o Han Solo a pilotar a Millennium Falcon. X4: Foundations e Bow to Blood trazem duas abordagens diferentes à pilotagem de naves.

Caça ao Indie

Novas velhas glórias

Como Beto Acosta, os 3 indies desta Caçada são por muitos considerados velhos, mas para outros podem ser a diferença entre o fracasso e a glória.

Opinião

Sekiro: Shadows Die…Yes – Yes they Die!

Com Sekiro, tal como quando vamos de Dark Souls para Bloodborne, voltamos a ser umas crianças jogadoras a aprender tudo de novo. E isso é simplesmente maravilhoso!