Lost in Random é um daqueles geniais mundos que merecia uma vida para além do brilhantismo que alcançou nos videojogos.
Os dois indies de hoje são quase monocromáticos, mas sabem utilizar todo o espectro de saturação para seu proveito.
Estes dois indies de hoje são um bom exemplo de duas formas diferentes como o mercado independente nos tem mergulhado no storytelling.
Permitam-me então um trocadilho, falando de jogos cuja direcção artística é baseada em voxels, como é o caso destes dois jogos indie de hoje.
A cada mês chegam novas e interessantes propostas em torno dos deck-builders.