Author - Ricardo Correia

Vantage: No Man’s Sky à mesa, com faca e garfo

Board Games & Chicken Wings

Os jogos open world dominam por completo o mercado AAA de videojogos nos últimos 20 anos. Com o crescimento do mercado dos jogos de tabuleiro, com as centenas de novos títulos a serem lançados mensalmente, e com a…

Porque é que andei a jogar Pokémon Legends quando devia de estar a jogar a Digimon Story: Time Stranger?

Opinião

Digimon Story: Time Stranger é para mim o melhor jogo de Digimon de sempre.

Strange Antiquities: num ocultista também se esconde a platina criativa

Caça ao Indie

Uma das minhas surpresas de 2024 era na realidade um jogo de 2022. Um indie genial que eleva os puzzle games narrativos para outro patamar, Strange Horticulture, e que me lembrou – ainda que não precisasse – do…

Twinkleby: Animal Crossing em ilhas flutuantes

Caça ao Indie

Twinkleby conseguiu transformar a serenidade em jogabilidade, num jogo sem objectivo claro sem ser o de nos querer deixar repousar da loucura do dia-a-dia.

EA Sports FC 26: pequenos avanços também dão golo

Opinião

EA Sports FC 26 é o jogo de futebol mais sólido e polido que a EA produziu nesta nova era: não muda muito, mas melhora quase tudo o que já existia.

Agatha Christie: Death on the Nile, crime no expresso da Disco

Opinião

Agatha Christie: Death on the Nile, com o eu ambiente disco 1970s, é um policial verdadeiramente memorável.

Kity Builder: bolas de pêlo e ancinhos no campo

Caça ao Indie

Kity Builder é um título relaxante e sem desafios complicados ou tensão de gestão económica ou de recursos.

Super Robot Wars Y: um abraço robótico aos fãs

Opinião

Uma obra e unicamente recomendada a quem já é fã da franquia, ou das muitas séries que a compõem, e que adora mechas.

A World of Keflings: 15 anos é muito tempo

Caça ao Indie

Mais de uma década após o seu lançamento, A World of Keflings permanece uma referência curiosa na história dos jogos indie.

Daemon X Machina: Titanic Scion – à segunda é de vez?

Opinião

Daemon X Machina: Titanic Scion confirma-se como um jogo de nicho, capaz de apaixonar quem valoriza personalização, mas sobretudo quem ama mechas.