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Caça ao Indie

Acção quase a preto e branco

Os dois indies de hoje são quase monocromáticos, mas sabem utilizar todo o espectro de saturação para seu proveito.

Caça ao Indie

Anda daí e conta-me uma história

Estes dois indies de hoje são um bom exemplo de duas formas diferentes como o mercado independente nos tem mergulhado no storytelling.

Caça ao Indie

Um quebra-cabeças chamado amor

LOVE – A Puzzle Box Filled with Stories tenta encapsular a rede intrincada de relações amorosas num sistema de puzzles.

Caça ao Indie

Tohu: bem-vindos a Fishworld Not-Noir

Tohu é um daqueles casos de um jogo que nos conquista por ser artisticamente deslumbrante, e que consegue manter-nos investidos com os seus puzzles.

Análise, Caça ao Indie

Super Meat Boy Forever: as 50 sombras de vermelho

Super Meat Boy Forever é muito difícil, tal como o seu antecessor, mas as decisões profundas que o fazem divergir do primeiro jogo levam-no para um patamar mais baixo do que eu esperaria. 

Caça ao Indie

De certeza que este ano indie não foi escrito pelo Lovecraft?

Dos 3 indies desta semana só um abraça o clássico escritor de horror, mas os outros também podiam ter sido.

Caça ao Indie

In Other Waters: por marés minimalistas

Em In Other Waters, é curiosa a forma como nos consegue manter investidos na sua história é bastante subtil, e uma quebra do habitual “show, don’t tell”.

Análise, Caça ao Indie

Grimshade, lendas de guerra e de texugos steampunk

Apesar do foco principal de Grimshade ser a história, aquilo do qual mais nos vamos lembrar é do combate por turnos.

Análise

Trüberbrook: a excelência no set de um filme de animação

Trüberbrook é obrigatório para todos os fãs de point ‘n clicks e é indubitavelmente um dos melhores jogos deste início de ano.

Análise

Como nunca vi uma grande produção fazer – The Lion’s Song

Point and click adventures nunca foram o meu forte. Longe vai o tempo em que tentei forçar Grim Fandango ou Day of the Tentacle dentro do…