Censurei-me por aceitar este jogo, mas felizmente por pouco tempo, pois mal o comecei a jogar, percebi o que tinha de interessante.
É-me sempre muito difícil recusar um tower defense, e por vezes tenho uma surpresa quando efectivamente o jogo.
Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foca a trama em Goro Majima que tem passado despercebido nos últimos capítulos.
Um clássico desafiante e sublime regressa com nova cara — mas acompanhado por um modo moderno que devia ter ficado em casa.
Todos os dias aparece um novo bullet heaven com um maior ou menor spin da fórmula. Adoro estes jogos e não me importo de ir experimentando estas derivações, sejam boas ou não.
Quantas vezes vos apresentam um jogo que simplesmente chega ficar a ouvi-lo para valer a pena carregá-lo?
Nem sempre sei porque não gostei de um jogo, mas sei perfeitamente porque não gostei de Leila.
The Oath in Felghana representa o que a série tem de melhor: uma história coesa num mundo memorável, e que pode abrir o apetite para conhecer toda a aventura de Adol.
The Legend of Heroes: Trails through Daybreak II é mais um degrau sólido de uma série que nunca desilude.
Phantom Brave: The Lost Hero é uma sequela que honra o legado do original, que cria novas mecânicas e expande a história de Marona.